terça-feira, 14 de abril de 2026

SEXO/GÉNERO!

 SEXO/GÉNERO!

Salvo raras excepções – malformações congénitas - que nem a medicina consegue explicar, o ser humano nasce com sexo e não nasce com género. Nasce-se macho ou fêmea e ponto final. Toda a discussão que não tenha em conta este princípio basilar assenta numa falácia, numa catequização, numa manipulação ideológica sem fundamento e sem sentido.
A classe política censória existente, até há pouco tempo, no nosso parlamento, capitaneada pelo BE e por algumas “inteligências” do PS impôs, com força de Lei – Lei 15/2024, que revoga alguns artigos da iníqua Lei 38/2018 - um verdadeiro atentado à vida e dignidade humanas, agravando as proibições e penas aos progenitores, tutores, professores e profissionais clínicos que, no âmbito estrito das suas inestimáveis funções, desempenhem com suporte científico e bom senso, a sua missão de informar, esclarecer, ajudar a tomar decisões ponderadas e a proceder a actos médicos, a maior parte das vezes irreversíveis, com consequências que podem ser traumáticas e de sofrimento físico e psicológico inimaginável e perfeitamente desnecessário.
A classe jornalística amestrada, amplia e difunde a mensagem de que, qualquer opinião contrária ao poder do estado sobre o individuo é xenófoba, é reaccionária, é fascista. Simultaneamente diaboliza as redes sociais como meios difusores de notícias falsas, porque a verdade só é transmitida pelos meios tradicionais da comunicação social, nomeadamente os jornais e as televisões de orientação esquerdista, mais concretamente da esquerda radical e estalinista, com colunistas de opinião desonestos intelectualmente.
Vem isto a propósito de um livro publicado na semana passada que foi apresentado pelo ex-primeiro ministro Passos Coelho. Pelo que vi, ouvi e li, toda a força manipuladora da informação caiu em cima das declarações do Passos Coelho, que na minha opinião não têm nenhuma relevância, e pouco ou nada se falou do livro, do seu conteúdo, da sua substância. Porque o livro fala de um tipo de família que protege e defende a sanidade mental da criança e do jovem, a minoria LGBTQ+ e seus apêndices vêm demonizar e ostracizar as opiniões de pessoas probas e honestas, pertencentes a diferentes quadrantes políticos, que tiveram a veleidade de, na sua, deles “douta” opinião, expressarem, livremente, como é seu direito, a sua visão sobre o que está a acontecer nas famílias portuguesas e nas consequências que se vislumbram a curto prazo. Há estudos e dados estatísticos de países desenvolvidos, como o Reino Unido, a Suíça, a Suécia e alguns países nórdicos que demonstram, que as consequências de actos tomados de forma pouco ponderada, estão a ser demasiado gravosas ao ponto de reverterem as leis que as permitiram em tempos mais recuados.
O conceito de vida democrática desta gentinha é enviesado e, pior do que isso, é extremamente perigoso, porque tem laivos ditatoriais de todo inaceitáveis, que há muito já não estávamos a habituados e aos quais o 25 de Abril veio por cobro.
Quem quiser pode consultar as leis que acima refiro e poderão, por si próprio, avaliar da sua iniquidade e do poder discricionário que o Estado se arroga sobre o individuo e suas legítimas opções.
Por mim continuo a desconfiar muito da opinião publicada, que me querem impingir como opinião pública, e a pensar pela própria cabeça, sem tabus ou reserva mental sobre que assunto seja e também não me inibo de dar a minha opinião, não estando à espera da consensualidade.
Sejam felizes.
14/04/2024
Zé Rainho

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