terça-feira, 19 de janeiro de 2016

OS PULHAS!

Este País não é um Estado de Direito é uma caricatura.
Dizem que vivemos em Democracia e que devemos isso ao 25 de Abril de 1974 e aos Militares de Abril que derrubaram a ditadura. Tenho dúvidas que só a História Livre Independente e Rigorosa dissipará ou confirmará.
E não se venha com a saudade da ditadura que isso é coisa que não temos nem nunca nos identificámos com o regime mas pode e deve-se argumentar com a saudade de uma Justiça igual para todos. Uma Justiça dura e cega. Um tempo de honestidade, de princípios, de valores. Não é conhecida nenhuma Lei que protegesse Ministros, Chefes de Estado, Parlamentares. O dinheiro do contribuinte era considerado sagrado e por isso Salazar morreu pobre. Isto mesmo é afirmado pelo autoproclamado pai da Democracia, Mário Soares.
Agora a pulhice e o abuso do poder é um dado adquirido para quem entra na Política. Foi o 25 de Abril e a burrice dos Militares Corporativos - Capitães que queriam ser generais - que abriram caminho para esse abuso.
Vejam só que Juízes que o não são, em muitos casos, resolveram interpretar a Constituição e considerar como inconstitucional a Lei que retirava as Pensões vitalícias dos Políticos que exerceram funções durante 12 anos. Mas os mesmos juízes acharam bem que os funcionários públicos e os pensionistas pudessem ser espoliados dos seus vencimentos ou pensões porque estávamos em crise.
Agora a Caixa Geral de Aposentações que é resultado e proveito dos descontos de todos os funcionários públicos e pensionistas, muitos deles com mais de quarenta anos de serviço vê-se saqueada de cerca de dez milhões de Euros para pagar retroactivos de  pensões vitalícias a quem, apenas, descontou doze anos.
Se isto não é um roubo digam-me o que é? Se isto não é um abuso de poder e uma malfeitoria da e à democracia digam-me o que é? Se a existência de um Tribunal Constitucional não é uma malfeitoria da e à democracia digam-me o que é?
Se todos estes atropelos a coberto de leis iníquas feita por gente sem escrúpulos e que se diz democrata acontecem então o que lhe podemos chamar? No mínimo aproveitadores de um Poder que lhe é outorgado por tempo limitado. No máximo podemos dizer que são escumalha que se governa em vez de governar o povo. Que se serve e não serve os eleitores.
Neste contexto de que nos valeu ou vale a Democracia? Para podermos aqui falar sem que haja uma PIDE que nos leve presos? Se foi só para isso é muito pouco. Eu quero uma democracia de gente honesta e proba e onde os criminosos sintam que os seus crimes não ficam impunes, pelo contrário, serão punidos com rigor e dureza.
Estamos fartos de Pulhas e como tal exigimos que os candidatos a Presidentes da República sejam garantes dessa honestidade e probidade e não mais um a delapidar o dinheiro dos contribuintes.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

DESPERDÍCIO...

Não sei se estou certo ou errado, o caso é tão estapafúrdio que vai para além da minha compreensão.
Cá no Burgo existe um equipamento que custou milhões e que é indispensável à saúde da população, cada vez mais envelhecida e mais carente em termos físicos e mentais.
Falamos da Piscina Coberta Municipal. Não sendo nada de extravagante como algumas se vêem por esse País fora, satisfaz plenamente as necessidades de populações simples e pouco habituadas a mordomias.
A sua construção deve ter custado uma pipa de massa e a sua manutenção também não deve ser coisa de somenos.
É dos equipamentos que o concelho tem que mais utilizadores tem tido. São as crianças pequeninas a aprender a nadar, são os adolescentes e jovens em idade escolar que praticam natação, são os idosos que, a maior parte por indicação médica, vão fazer hidroginástica para melhorarem a sua qualidade de vida, mantendo alguma mobilidade e flexibilidade e aliviando dores próprias de ossos já cansados.
A tal ponto que, durante anos, até os nossos vizinhos espanhóis vinham usufruir deste equipamento.
O pagamento era bastante módico mas, mesmo assim, era uma receita municipal, que ajudaria nas despesas diárias obrigatórias.
Este ano, sem que nada o fizesse prever, a piscina esteve encerrada até Dezembro passado e agora, tendo aberto, tem horários praticamente incompatíveis a ponto de não ter ninguém fora das Instituições, Escolas e Academia Sénior, inscritas para a tão preciosa hidroginástica.
O Professor que durante anos, cerca de uma dezena, especializado nesta área, assegurou o serviço foi dispensado e encontra-se no Desemprego. Não se valorizou a experiência adquirida e, sabe-se lá porquê os donos da Câmara dispensaram os seus serviços. Não se escandalizem com a palavra "donos" porque estando eu consciente de que o não são pois apenas foram eleitos para administrar o que é nosso, não usam das prerrogativas para que foram eleitos para servirem as populações mas sim para se servirem a si e às suas clientelas, como autênticos donos, sem darem "cavaco" à populaça. Esta só serve para ir votar depois é gente a desprezar.
Pessoalmente não consigo entender estes Senhores que, se imbuídos de Moral e Ética Republicana, saberiam que estão nos lugares para servirem o Povo e não para se superiorizarem a ninguém. Porventura ainda é uma cultura de caciquismo que vem dos tempos de João Franco, um beirão, que foi o último ou dos últimos Ministros do Reino em final da Monarquia Constitucional.
É pena. Porque não só é mau para as pessoas como é péssimo para os detentores do Poder que, independentemente da sua qualidade, competência ou nem uma coisa nem outra, são. em regra arrolados todos pelo mesmo rasoiro, "como sendo todos iguais, o que querem é tacho". Até é possível que haja alguma injustiça nesta generalização, mas factos como aquele que acabamos de descrever leva a que as pessoas deixem de acreditar nos seus líderes. Mais uma vez dizemos: - É Pena. Muita pena.

Zé Rainho

sábado, 9 de janeiro de 2016

Leituras

É um dos meus vícios, ler e analisar o que leio.
Leio sempre mais do que um livro ao mesmo tempo. Felizmente mantenho a capacidade de o fazer sem perder o fio à meada.
As últimas leituras têm-se diversificado por um livro que tenta desvendar alguns segredos da Associações Secretas como a Opus Dei e a Maçonaria. É de arrepiar. Fiquei a saber as opções de algumas pessoas que de há muito estão na ribalta política, na Comunicação Social, no Poder financeiro, nas Universidades, nos Serviços Públicos, nomeadamente nos Serviços Secretos, nas Magistraturas, enfim, em lugares de topo e de decisão que mexe com a vida de todos nós. Já tinha essa percepção mas fiquei com a certeza de que muito pulha que nos tem governado está, de uma forma ou de outra, mais ou menos intensamente, ligado a estas Organizações que são um estado dentro do Estado.
Para lavar o cérebro estou ainda a ler o último livro de Filomena Mónica que nos fala de arte, de viagens, de saber, de cultura, de viagens onde destaca a Renascença sentida em Florença e as alterações sociais no Reino Unido, ou Grã-Bretanha. É uma lufada de ar fresco que importa aspirar para não se morrer intoxicado com tanta podridão.
Pelo meio vou lendo a imprensa diária e semanal onde fico embasbacado com tanta ignorância e tanta falta de profissionalismo do Jornalismo caseiro. Também não deixo de ver TV onde pontificam as vedetas milionárias que com os seus ordenados pornográficos nos ofendem só de aparecerem e nos chocam com as imbecilidades produzidas.
Pelo meio assimilo notícias dúbias do Governo, a dizer sim e não, ficando pelo talvez, na maior parte das vezes. O mesmo acontecendo com a actividade do Parlamento que é um chorrilho de asneiras vindas de todos os quadrantes, o que não deixa de ser preocupante para quem se interessa pelo País e pelos seus naturais.
A finalizar a feira de vaidades da campanha eleitoral para as Presidenciais. Este acontecimento que não deveria existir e que não serve rigorosamente para nada. Independentemente de quem ganhe estas eleições o Presidente ou a Presidente não passará de mais um corta-fitas e de um distribuidor de comendas que nada representam, não servem para coisa nenhuma, e gastam milhões.
Ficamos por aqui hoje.

domingo, 3 de janeiro de 2016

NOVO ANO!

Já estamos em pleno ano de 2016 e, nestas alturas é costume desejarmo-nos, uns aos outros, Felicidade, Saúde, Paz e Sorte - nesta englobamos, quase sempre, uns trocos - para uma vida melhor.
Apesar destes votos, em regra, tudo continua na mesma, com os mesmos hábitos, mesmos costumes e depois continua a lamúria, a queixa e os passa culpas.
Por nós queremos mesmo mudar e, por essa circunstância, usarei todas as ferramentas ao meu alcance para denunciar injustiças, corrupções, desperdício de dinheiros públicos, não poupando os políticos e os seus mais directos colaboradores no roubo ao Estado, os empreiteiros. Sim, os empreiteiros porque estão neles a base de todo o desequilíbrio financeiro do País. Os Bancos são cúmplices e vítimas dos empreiteiros. O Poder autárquico é, igualmente, parceiro e cúmplice dos empreiteiros.
Se têm dúvidas olhemos para as obras que se fazem sem concurso, por ajuste directo, sempre aos mesmos e, em geral, os que pior trabalho fazem, mas que têm na mão os detentores do Poder.
Cá no Burgo há disto em profusão, quer localmente, quer regionalmente.
Concretamente não consigo perceber como um Presidente da Assembleia de Freguesia faz todas as obras públicas na freguesia a que pertence e ninguém diz nada. E não se conhecem os valores envolvidos.
Cá estamos a fazer o que nos comprometemos neste ano novo.  

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Final de Ano

Faltam quatro dias para terminar o ano de 2015. É altura de balanço.
Terminou um ciclo, no dizer do novo PM e agora é que vai ser. As famílias vão sentir que Portugal enriqueceu de repente, por milagre, ou outra extravagância inexplicável. Vão ter mais dinheiro no bolso e, consequentemente, podem gastar à tripa forra porque isso vai contribuir para o desenvolvimento da economia, criação de emprego, bem-estar e entrar na carruagem do comboio que transporta os países ricos da Europa.
Vai ser um regabofe. Eu até já estou a planear passar todo o ano de 2016 em férias em paraísos físicos e espirituais.
O mundo também vai entrar numa época de prosperidade inaudita. Nunca mais haverá mortes de crianças no mediterrâneo porque não haverá mais refugiados a querer chegar ao velho continente.
As medidas de preservação do ambiente vão ter aplicação imediata e radical. Não haverá mais sacos de plástico no chão, nem esgotos a céu aberto, muito menos se assistirá à extinção de qualquer espécie animal.
Não haverá degelo das calotas hemisféricas nem enxurradas que destroem casas, carros e vidas ceifadas num ápice.
Não haverá primeiras damas na Presidência da República Portuguesa nem viagem à custa do Zé Pagode e até o telefone será pago pelo novo Titular a exemplo do que aconteceu com o saudoso Manuel de Arriaga.
Não vão falir Bancos e nunca mais nos obrigarão a pagar os desvios dos milhares de milhões que os donos e os gestores se abotoaram e fizeram desaparecer sem deixar rasto. Alto! Temos que ressalvar o Montepio Geral que, embalado pela vertigem dos quatro Bancos que faliram e os portugueses pagaram, se anime a abrir falência, também.
O Sócrates será inocentado e o Povo obrigado a pagar uma choruda indemnização e a dar-lhe um canal televisivo para ele debitar a sua verborreia sem qualquer controle ou constrangimento.
O grande amigo, obviamente, será também inocentado e poderá continuar as suas falcatruas impunemente. O mesmo acontecerá ao Vara, ao Lima, ao Loureiro ao Costa, ao Salgado e a muitos outros que seria maçador enumerar.
As meninas do BE já andam a ensaiar um espectáculo, espécie de can-can do Moulin Rouge para apresentarem nos debates do Parlamento evitando, assim, que muitos deputados adormeçam.
O PCP fará questão e conseguirá os votos necessários para que no inicio de cada sessão parlamentar os deputados entoem com suas vozes canoras a Internacional.
A CGTP deixará de apresentar pré-avisos de greve por serem desnecessários. Quando lhes apetecer fazer greves nomeia piquetes e não deixa ninguém ir trabalhar e está feito. Para que andar com burocracias.
O PS com o seu sentido de equilíbrio dá uma no cravo e outra na ferradura, pede mais uns dinheiros ao BCE e depois vem para a rua com o traseiro despido, a exemplo do que fizeram muitos dos deputados e governantes de agora sobre as propinas no ensino superior e cantam bem alto "não pagamos, não pagamos".
O PSD mudará de nome para poder dar livre escolha aos seus deputados para poderem votar as Leis a favor do aborto, do "casamento" dos homossexuais, do fim dos exames e da promoção das passagens administrativas tipo Relvas para que os jovens não tenham que ir ao Psicólogo por traumas adquiridos na Escola e na Universidade.
O CDS deixará o Portas ir embora, ergue-lhe um busto no largo do Caldas e cria um Jornal tipo Independente para que ele se entretenha a destilar os seus ódios de estimação.
O PEV, que como Partido Independente não elegeria nenhum deputado, fica com a função de arrumar o Palco para as meninas do BE.
O Deputado do PAN será o único a trabalhar gizando Leis para que todos nós passemos a ser vegetarianos, nunca mais se mate nenhum animal, acabem as touradas, deixem-se desenvolver os piolhos nas cabeças das crianças e se estas morrerem por falta de asseio não faz mal. As crianças não fazem parte das prioridades do PAN.
Como podem ver meus amigos são tudo coisas para festejarmos e andarmos numa alegria constante e num Carnaval permanente.
E, para o ano que vem, cá estaremos, se pudermos, a fazer novo balanço do País e do Mundo.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Esboço de História contemporânea


Decorriam as duas últimas décadas da monarquia constitucional, com um Rei intelectualmente superior, um investigador, um pintor, um homem da cultura e um governo que desde a Constituição de 1822 alternava entre dois Partidos Políticos devidamente legalizados.

Tempos conturbados, com um Partido Republicano com alguma importância e implantação em Lisboa, que tudo fazia para derrubar a Monarquia.

Havia inimigos internos do regime monárquico mas os externos ainda eram mais e com maior poder.

Daí que a vida do penúltimo Rei de Portugal não tenha sido nenhum mar de rosas. Ele que sofreu diversos contratempos num reinado que pretendia que fosse mais ligado aos prazeres da investigação marítima, à pintura, à caça e ao galanteio às mulheres do que à tarefa maçadora da governação.

Desde logo o Ultimato Inglês país com quem Portugal tinha a mais antiga aliança, ainda que não fosse, necessariamente, a melhor aliança.

Este Ultimato foi motivado pelo célebre Mapa Cor-de-Rosa estabelecido entre Portugal e Espanha, que dividia as possessões ultramarinas entre estes dois Países. Sendo este acto um direito de ambos, porque foram eles os descobridores e primeiros povoadores dos territórios descobertos, mas tal deixava de fora a cobiça da maior parte dos países da Europa que via naqueles territórios uma fonte de rendimentos, sem esforço.

Com amigos destes quem é que precisa de inimigos.

Mas as coisas são como são e os pobres, os pequenos, os indefesos são muito vulneráveis à inveja e ao poder dos ricos e poderosos.

Internamente e como acima se disse o Partido Republicano procurava deitar as garras de fora daí a Revolução de 31 de Janeiro.

Para o descontentamento popular e para reforçar o ideal republicano muito contribui João Franco Presidente do Governo, com o seu caciquismo e os seus laivos ditatoriais.

Acresce a todas estas diatribes internas as revoltas do Ultramar, desde a Guiné a Timor e consequente repressão pelos Governadores locais, representantes do Rei.

Mas, mesmo que em lume brando a revolta ia-se instalando, muito devido à numerosa e cada vez mais parasitária Corte Real, enquanto os trabalhadores e os operários cada vez viviam com mais dificuldades, muitos deles no limiar da sobrevivência.

Daí até nova tentativa de revolução fosse um passo muito curto que, desta vez, foi gorada em 21 de Janeira de 1908. Não resolvendo o problema serviu de incubadora para uma aliança espúria entre a Maçonaria e a Carbonária e para o trágico acontecimento do Regicídio com o assassinato de D. Carlos e seu filho D. Luís Filipe em pleno Terreiro do Paço em Fevereiro desse mesmo ano.

sábado, 19 de dezembro de 2015

Inquietação

"Vemos ouvimos e lemos não podemos ignorar" e isso deixa-nos inquieto. O espírito em ebulição. São os dramas familiares onde pontifica a violência doméstica ou a doença grave. O desemprego e a falta do mínimo indispensável para uma Ceia de Natal condigna.
A guerra e as suas terríveis consequências. Os lucros indecorosos de traficantes de várias espécies, desde drogas a armas passando por influências e abusos de Poder.
No tempo de Jesus - no tempo em que andou por este mundo em corpo e alma - os Sacerdotes, os Escribas e os poderosos do seu tempo produziam pobres e enriqueciam. Hoje não estamos longe disso, talvez até seja pior.
Estamos em época natalícia e já é um lugar comum desejar-se paz, abundância de saúde e de bens materiais. E esse desejo é recíproco até parece sincero mas o que vemos, na prática? Cada vez mais desordem mais oportunismo, mais ladroagem mais parasitas a sugarem o suor do outro.
Não sei se é pedir muito mas queria desejar, do coração, a todos os meus familiares e amigos a melhor saúde, a mais santa paz, a melhor realização pessoal e profissional e a mais doce vivência natalícia.
Mas tenho medo. Os casos do anterior governo deixaram-me marcas. Enquanto os ricos ficaram muito mais ricos os desgraçados do trabalhadores perderam os seus direitos e os seus rendimentos. O mesmo aconteceu aos pensionistas e a Banca delapidou um incalculável número de dinheiro que, depois de roubado, foi enviado para o estrangeiro deixando o País muito mais pobre. Mas, se isto aconteceu com o anterior Governo o actual não me dá garantias nenhumas. É ver-se o que está a acontecer com os Mercados, com a desconfiança de Bruxelas, com o Poder inusitado da CGTP que sendo uma hipotética organização dos trabalhadores é que, de facto, prejudica os que trabalham e muitos daqueles que, querendo trabalhar, não conseguem arranjar emprego.
Preocupa-me os desvarios das Empresas Públicas mal administradas e sem responsabilização dos seus dirigentes. Deixam-me ansioso as Empresas Privadas que só têm na mira o Lucro fácil não respeitando nem valorizando os seus melhores activos que são os trabalhadores.
E todo um rol de preocupações que não vejo serem adoptadas quer pelos directamente interessados quer pelos que deveriam ser factor de equilíbrio e verdadeiramente fiscalizadores.
A nível internacional já nem é novidade aflige-me a questão dos refugiados da fome e da guerra e o radicalismo Islamita.
Que o Senhor Deus nos ilumine para que cada um de nós faça a nossa parte para termos, no próximo ano, um Mundo melhor para todos.