POVO INFELIZ…
Se tudo fora como se esperava,
Não seria nada assim,
Haveria ética, seriedade, competência;
Trabalho, dedicação e experiência,
Resultados, benefícios p'ra
sobrevivência,
De todo um povo em decadência.
Mas que querem os mandões
Deste País, desgraçado?
Porque, cada vez mais, se sente,
Mais desprotegido e mais gente,
Com necessidades básicas permanentes,
Postas em causa, aos trambolhões.
Enquanto o Povo não perceber,
Que é preciso intervir
Dia-a-dia e sempre,
Para dar a conhecer,
O seu descontentamento.
Mostrar que o que é de todos,
A todos há-de servir.
O que é público é comunitário
E não, apenas, partidário.
Haja vergonha na cara,
Decência nos procedimentos
Para que todos aceitem, melhor,
Toda a espécie de sofrimentos.
Se a política se tornar,
Forma de vida decente,
Talvez os Homens de bem
Arrisquem participar,
No trabalho
mais premente.
Zé Rainho
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