domingo, 18 de novembro de 2012

Actualidade



O pensamento abaixo foi escrito em 1931.


"É  impossível levar o pobre à prosperidade através  de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.  O governo não pode dar a alguém aquilo que não tira de outro  alguém.  

Quando metade da população entende a ideia de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e  quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao  começo do fim de uma nação.  

É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931

Uma experiencia Socialista 

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca chumbou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, chumbado uma classe inteira. 

Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo. ' 

O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiencia socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas em provas."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e, portanto seriam 'justas. ' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém chumbaria. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores...

Logo que a média das primeiras provas foi tirada, todos receberam 14. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado. 

Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam da media das notas. Portanto, agindo contra as suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Em resultado, a segunda média dos testes foi 10. 

Ninguém gostou.

Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.  

As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da turma. Portanto, todos os alunos chumbaram... Para sua total surpresa. 

O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela fora baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes. 
Preguiça e mágoas foi o seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado. 
"Quando a recompensa é grande", disse, o professor, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.  
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."


Justiça

A Justiça em Portugal sempre me deixou estupefacto. Mas, desta vez, deixa-me atónito. Falo da acusação a Duarte Lima. 
Pensem comigo: - Há ou houve investigação sistemática, rigorosa, objectiva sobre a pretensa Fraude no BPN? (Falo em pretensa devido à presunção de inocência de todos os suspeitos ou mesmo arguidos).
Se houve ou há já tem resultados? Se tem resultados, estes só chegaram umas horas antes de terminar o prazo para a libertação do suspeito? Ou já havia provas há tempos atrás e a PGR deixou correr o marfim?
Seja de que forma for não deixa de ser bizarro tal comportamento. Quer se olhe sob o ponto de vista mediático quer sob o ponto de vista da Justiça, pura e dura, não deixa de ser curioso que situações destas aconteçam. É que dá a sensação que os poderosos estão cobertos até ao limite e, por vezes para além do limite, pois muitos dos crimes prescrevem. Ao contrário o "pilha galinhas" é imediatamente enclausurado até que o mesmo possa provar a sua inocência. Inverte-se aqui o ónus da prova e, ao contrário, os que podem ir de recurso em recurso até à libertação e inocentação total. Exemplos não faltam: Melancias, Sócrates, Felgueiras, Valentins, Limas, Loureiros, Isaltinos, Varas, Penedos e tantos outros que seria fastidioso enumerar.
Se isto é Justiça, quem nos dera uma Injustiça mais humana.