quarta-feira, 25 de novembro de 2015

25 de Novembro de 2015
Faz hoje quarenta anos que um punhado de Portugueses de Lei nos livraram do jugo comunista.
Hoje depois de uma jogada do perdedor das eleições do passado dia 4 de Outubro p.p. voltámos a estra debaixo do jugo do Partido Comunista e da esquerda caviar.
Não sei qual deles é mais perigoso mas tenho a certeza que vamos pagar caro esta aventura.
O traidor Costa que apeou o António José Seguro de forma nojenta vai agora conseguir que os Comunistas nos ponham a pata em cima.
Vamos dar tempo ao tempo para termos provas concludentes de que toda a esquerda portuguesa não é de confiança.
Isto não iliba a direita, que tem feito muitas asneiras, mas nunca nos coartou a liberdade. Já a esquerda através das suas correias de transmissão como a CGTP e outros satélites não demorarão muito em deitar as garras de fora.
A ver vamos como diz o cego.
  

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

RETORNADOS!
Já passaram 40 anos e só agora se começa a falar com algum à vontade sobre a problemática dos retornados.
Espero que a abordagem seja verdadeira e isenta. Espero, igualmente, que se chamem os "bois pelos nomes" e não haja nenhuma situação de lavagem de imagens de muitos traidores e ladrões que foram os causadores e os culpados de tão gigantesca tragédia. Há ainda muitos vivos e por isso é bom que essa corja veja o seu nome associado a este crime hediondo.
Sabemos que houve muitos condicionalismos e muitos influenciadores de uma descolonização desastrada, desonrosa, cobarde, canalha, onde a ladroagem se banqueteou com os despojos de muitos portugueses honrados, trabalhadores, dinâmicos e heróis que fizeram de um aglomerado de tribos de indígenas, países desenvolvidos onde havia trabalho, saúde, educação e justiça para todos.
Ninguém é santo impoluto neste processo mas os retornados são, seguramente, apenas vítimas.
E é às vítimas que se deve a reparação dos danos causados. Muitos deles perderam tudo, incluindo a própria vida. Por isso é justo que os mentores, traidores e oportunistas paguem e sofram as consequências das suas decisões, arbitrariedades e oportunismo.
As potências Mundiais que tiveram relação directa ou indirecta com a situação, também devem ser responsabilizados e os seus dirigentes levados a Tribunal Internacional.